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O ciclo dos pés saudáveis

O ciclo dos pés saudáveis

O ciclo dos pés saudáveis

Em vida, o biólogo britânico Charles Darwin defendeu o mecanismo de seleção natural. Nela, o naturalista citava a imposição dos ciclos da natureza na continuidade da flora e da fauna. E é preciso lembrar disso quando falamos em ciclo natural dos pés.

A teoria darwinista crê que a evolução da espécie aconteceu ao longo dos anos. A cada novo dia, a natureza fazia algum tipo de imposição para sobreviver. Desse modo, o corpo se adaptava e criava mecanismos para que a fauna perpetue.

Entre tantas viagens, o britânico citava os bicos das aves. Em ilhas com peixes em abundância, as aves tinham bicos maiores para “pescar” os peixes com mais facilidade. Por outro lado, em lugares com mais flora, as aves tinham bicos mais fortes e agressivos, finalizando as pressas mais rapidamente.

No caso de nós, humanos, a teoria da evolução darwinista crê que a humanidade se adaptou ao contexto a que estavamos submetidos. Mas ao contrário dos animais, as mudanças mais bruscas cessaram e o corpo humano ficou apenas mais forte.

E assim surgiu um ciclo bastante simples que se faz presente até hoje: você realiza um exercício e o corpo se adapta à nova condição. Desse modo, ele aumenta o peso suportável, dá mais equilíbrio, oferece mais resistência, entre outros benefícios.

Especificamente os pés, o ciclo dos pés saudáveis é composto por três etapas, sendo eles:

 

  • Exercício;

  • Barefoot;

  • Nível de atividade.

Originalmente, os pés eram submetidos às mais variadas situações. Ao longo do tempo, a nossa base suportou os diferentes tipos de solos e desafios. Assim seguiu até que os tênis convencionais surgissem e passasse a usar um amortecimento artificial. Isso trouxe um sustento falso que está sendo libertado através do movimento Barefoot.

Sempre podemos reconstruir a função original dos pés. Para isso, basta considerar o ciclo natural deles.

O primeiro passo é respeitar os exercícios de disfunção do pé. Como uma espécie de fisioterapia do pé, você realiza atividades com o propósito de retomar o desempenho perdido através das intervenções dos tênis convencionais. Especialmente nessa etapa, é recomendado o acompanhamento de um profissional adequado.

O segundo ciclo diz respeito ao sapato. Hoje, a indústria trabalha com um modelo que abrange todas as pessoas, variando apenas o cumprimento. Assim, os pés ficam apertados e comprimidos nas laterais. A exemplo, o dedão deveria seguir reto e não ficar envergado em direção aos outros dedos.

Felizmente, o movimento barefoot trouxe tênis que respeitam os pés. Com esses modelos, você não precisa ficar descalço para ficar livre nos treinos e fora de casa.

Por fim, o último ciclo diz respeito ao nível de intensidade dos seus pés. Lembra quando falamos de Darwin? Milhares de anos atrás, o corpo humano não ficava sem tênis apenas quando ia à academia. Os pés eram livres o tempo inteiro e a sobrevivência dependia disso.

Então, não basta apenas ficar descalço. Pelo contrário, você precisa ter e manter um nível de exercícios para ter um pé sem amarras!

 

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